Em 35 anos, cerca de 25 mil pessoas morreram com VIH/sida em Portugal. Foi no início da década de 1980, quando muito pouco se sabia sobre a infecção, e o VIH ainda nem tinha esse nome, que surgiram os primeiros casos em território nacional. Hoje, Portugal é o quarto país com mais diagnósticos por cem mil habitantes, mas os especialistas internacionais dizem que o país é um exemplo a seguir. Sobretudo, no que diz respeito ao esforço de diagnóstico de pessoas infectadas
Primeiros diagnósticos de VIH/sida em Portugal. Uma década depois dos primeiros relatos da doença nos EUA
António Variações é diagnosticado com sida. Será mais tarde considerado o primeiro rosto mediático da doença no país.
Governo cria grupo de trabalho para o estudo da epidemia. No primeiro documento de vigilância epidemiológica, produzido pelo Instituto Nacional de Saúde, o VIH ainda é chamado HTLV III, uma designação dada inicialmente ao vírus
Pela primeira vez, regista-se mais de uma centena de mortes causadas pela doença num só ano. Segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, foram 126.
Morreram 240 pessoas por doenças relacionadas com a infecção por VIH
Pico de mortes. Correspondem a 1% do total de óbitos desse ano.
Ano recorde no número de novas infecções: 3320
É criado o Conselho Nacional para a Infecção VIH/sida. Até esse ano já tinham morrido 17.780 pessoas
O número de novas infecções em utilizadores de drogas injectáveis já é inferior ao de todas as outras categorias de transmissão
Portugal atinge a primeira meta da ONU para 2020: mais de 90% das pessoas infectadas estavam diagnosticadas
Introdução da profilaxia pré-exposição (PrEP) em regime de acesso precoce ao medicamento